Mercado MobileComo será o próximo ano para o mercado de dispositivos móveis? De acordo com a International Data Corporation (IDC), as vendas de smartphones e tablets vão continuar crescendo, atingindo US$ 484 bilhões em 2015, mas menos acelerado se comparado aos anos anteriores.

Mesmo as vendas de dispositivos vestíveis não alcançando valores significativos – se comparado aos smartphones e tablets -, as grandes inovações estarão neles. Os downloads de aplicativos móveis começarão a desacelerar, diferente do desenvolvimento empresarial de aplicativos móveis que deverá dobrar.

No Brasil, o mercado mobile é um dos que mais têm crescido. Segundo pesquisa realizada pela IDC, a venda de tablets aumentou 21% no primeiro semestre de 2014. Ainda de acordo com a pesquisa, já chegamos a quase dois bilhões de usuários no mundo de dispositivos móveis que utilizam Android, iOS e Windows Phone, ou seja, quase um terço da população mundial está conectada.

Analisando esse cenário, acredito que o dispositivos vestíveis venham com tudo. Como as pessoas estão cada vez mais à vontade com os seus smartphones no dia-a-dia, qualquer gadget que se adapte melhor às suas necessidades será bem aceito. Segundo a Juniper Research, em 2018 o mercado de dispositivos vestíveis irá valer em torno de US$ 19 bilhões.

Aplicativos em crescimento

Já sobre os aplicativos, eles devem continuar em crescimentom mesmo não sendo na mesma velocidade do passado, já que seu uso praticamente justifica a existência dos dispositivos móveis. Sendo assim, ainda há muitas empresas que encontram neles uma boa oportunidade de negócio.

A popularidade é tanta que, vendo os comerciais, é possível observar que marcas importantes desenvolveram aplicativos para abrir mais um canal de relacionamento com seus clientes. Agora até quando isso vai durar? Os dispositivos vestíveis darão mais uma gás para o desenvolvimento de aplicativos ou a web conseguirá derrubar esse crescimento ou até mesmo extinguir os apps?

Para 2015

Especialistas afirmam que 2015 pode não ser um bom ano, em termos econômicos, pelo menos no Brasil. Mas também sei que empresas veem os aplicativos não mais um diferencial, mas uma necessidade. Cada vez mais, teremos um maior número de aplicativos, como já temos atualmente, e precisaremos encontrar soluções que entreguem um diferencial para nossos usuários e não que não sejam apenas institucionais.

Creio que as empresas que conseguirem enxergar a utilização dos dispositivos vestíveis como mais um diferencial em seus serviços sairão na frente a partir do próximo ano.

*Artigo por Karin Rocha

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